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Veja as imagens da posse do ex-Presidente José Telles clicando aqui.
Cinquentenário de fundação do SKAL Rio de Janeiro. Galeria de fotos Clique e veja.

 


SKAL Rio comemora 50 anos de fundação


O presidente Nylvando abre a sonelidade comemorativa dos 50 anos de fundação do SKAL Rio.

O SKAL Rio de Janeiro comemorou, no último dia 25, o Cinqüentenário de sua fundação, em meio a uma festa realizada no Salão São Pedro D'Aldeia, do Hotel Pestana Atlântico, de Copacabana, e de que participaram mais de uma centena de skalegas e convidados. Na ocasião, foram homenageados, com placas comemorativas, 11 fundadores do SKAL Rio.

O presidente Nylvando de Oliveira Jr. abriu a noite de festa com um breve histórico do clube. Lembrou que em 1958, quando Eduardo Tapajós e Angelo Carrara resolveram criar o Clube SKAL no Rio de Janeiro, com Helmut Kaufmann, Gunther Hohn, Maurice Bergasso, Roberto Rieffel e Bernarhd Laporte formando a primeira diretoria, São Paulo e Porto Alegre já haviam criado os seus.

"Ao mesmo tempo, frisou, um grupo de brasileiros mostrou que não era preciso se esgoelar para produzir boa música: bastava um banquinho, um violão e talento. Era a Bossa Nova, carioca como o SKAL Rio, nascida em Copacabana, que tornou a MPB conhecida e respeitada no mundo inteiro."

O presidente do SKAL Rio lembrou que "comemoramos 50 anos de amizade e boas lembranças. E é hora de agradecimentos a todos os ex-presidentes do SKAL e suas brilhantes equipes. Graças à perseverança desses profissionais do Turismo e à sua dedicação ao clube chegamos até aqui", ressaltou.

Ele estendeu essa gratidão a todos os sócios "que já passaram por nossos quadros. Foram eles e suas empresas que desenvolvem e incentivam o Turismo no Rio de Janeiro e no Brasil, que fizeram desses 50 anos uma história de amizade que se desenvolveu nos encontros proporcionados pelo SKAL Rio. Foram tantos passeios, a tantos lugares, que poderíamos ficar aqui relembrando das boas histórias nas próximas 50 horas".

Ao encerrar, o presidente Nylvando agradeceu também a todos os outros que nessa caminhada contribuíram para nossas ações e, principalmente, "a este queridíssimo grupo que me acompanha nesta gestão e tem o privilégio de comemorar o Cinquentenário do SKAL Rio trabalhando para gerar os próximos 50 anos. Que nossa a amizade perdure, finalizou.

O skalega, Isaac Haim, presidente de Honra do SKAL Brasil, falou em nome dos homenageados e lembrou que "no ano em que fundamos o SKAL Rio, em 1958, o Brasil ganhou a sua primeira Copa do Mundo, foi inventado o circuito integrado e criada a NASA".

Isaac, que em 1959 participou da fundação do Comitê Latino-Americano do SKAL Brasil, de que foi tesoureiro, um ano depois assumiu a presidência do SKAL Nacional – que tinha sede no Rio de Janeiro, à época, capital federal –, quando fundou os clubes de Brasília (02/1962), Belo Horizonte (02/1963) e de Curitiba (03/1964), ano em que promoveu o primeiro Congresso Nacional, no Rio.

Ao encerrar, Isaac frisou que "embora esta seja uma noite festiva não posso deixar de lamentar a atual situação do nosso trade que se encontra mergulhado numa grave crise. Apelo às autoridades para que se preocupem com este problema porque o turismo é importante indutor da economia, forte gerador de empregos e grande produtor de riquezas para o nosso País".

Foram homenageados os seguintes fundadores: Isaac Haim – 1958, Cláudio Gurvitz – 1973, Abraham Konskier – 1974, Mário Cosentino – 1976, José Maria Dalmau e Albert Danan – 1977, George Irmes -1978, Fernando Genschow – 1980, Appolonio Pinto – 1984, Francisco Carlos Rosa – 1984.

A atual diretoria do SKAL é composta por Nylvando de Oliveira Jr. - presidente; Rafael Baring e Watson Garro - vice-presidentes; José Walter Telles - past-president; Lêda Salengue - diretora-secretária; Mário Cosentino - diretor-tesoureiro e de Patrimônio; Arnaldo Moreira - diretor de Comunicação; Fábio da Luz Rodrigues - diretor de Relações Institucionais; Cléber Brisis Oliveira - diretor de Eventos; e Gilda Boruchovitch - diretora do Fundo "Florimond Volckaert" (entidade que presta ajuda a skalegas em dificuldades).

São conselheiros: Sônia Vidinhas, Robson Gaglianoni, Rosele Pimentel e João Claper Jr. O Conselho Fiscal é composto por George Irmes, Nilson Guilhelm e Nerye Perin. O Conselho Editorial do jornal SKALRIOCA, órgão informativo do SKAL Rtio, é formado por Arnaldo Moreira (editor), Gilda Boruchovitch e Percy Rodrigues.


A atual Diretoria homenageou 10 fundadores do SKAL Rio com placas comemorativas.

 
Presidente Nylvando estoura o champanhe do Cinquentenário do SKAL Rio ...


 

e os Skalegas fazem o tradicional brinde S.K.A.L


 
A presidente Nacional, Sônia Vidinhas, entregou ao presidente Nylvando a placa com que SKAL Brasil homenageou o SKAL Rio, pela comemoração dos 50 anos anos de sua fundação.   Isaac Haim falou em nome dos fundadores do SKAL Rio homenageados



 
Arnaldo Moreira, Diretor de Imprensa do SKAL Nacional (esq.), entregou a Mário Cosentino, um dos fundadores e atual Diretor -Tesoureiro e de Patrimônio do SKAL Rio, a placa em homenagem ao Cinquentenário do Clube.   A Diretora-Secretária Lêda Salengue entregou a placa de fundador do SKAL Rio a George Irmes.



 
Fernando Genshow (esq.) recebeu a
homenagem de Cléber Brisis, Diretor Social.

  Coube a Sônia Vidinhas, Presidente Nacional e Conselheira do SKAL Rio, entregar a placa a Cláudio Gurvitz.
 
O Past-President José Telles (dir.) entregou a placa a Isaac Haim.

 
Francisco Carlos (esq.) recebeu a placa do Diretor de Relações Institucionais, Fábio da Luz.
 
Gilda Boruchovitch, Diretora do Fundo Florimond Volckaert (esq.), entregou a placa a Albert Danan.A seu lado, sua filha Sarah.
  Rafael Baring, Vice-Presidente (esq.), fez a entrega da placa a Appolónio Pinto.


Diretoria do Rio, da esq., Mário Cosentino, Fábio da Luz, José Telles, Cléber Brisis, Nylvando Oliveira, Lêda Salengue, Rafael Baring, Watson Garro e Arnaldo Moreira


50 anos do SKAL Rio

O SKAL Internacional do Rio de Janeiro comemorará, no próximo dia 25, sexta-feira, o Cinquentenário de sua fundação com um jantar no Hotel Pestana, de Copacabana, quando serão homenageados os sócios mais antigos do Clube e como habitualmente os aniversariantes do mês. O presidente Nylvando de Oliveira entregará aos homenageados placas comemorativas e o past-presidente, José Telles, fará uma saudação especial alusiva à data.
 

Aviação brasileira voa em área de instabilidade diz especialista em palestra no almoço do SKAL Rio

  Para Respício do Espirito Santo Jr., a ANAC é um órgão de Estado e não de governo, mas vem fazendo o papel do segundo e isso é um problema muito sério.

 

"Na formação da ANAC, antes da última mudança, não havia ninguém que realmente entendesse de aviação. Hoje, existem pessoas que entendem, e muito, sobre serviços públicos, aviação e administração pública, mas ainda não tem ninguém na cúpula da agência que entenda realmente de transporte aéreo como negócio. E o exemplo disso foi a idéia da elevação das tarifas aeroportuárias de Guarulhos como forma de restringir a permanência das aeronaves dos vôos internacionais de longo curso nos pátios do aeroporto; aqueles que tiveram esta idéia ou a apoiaram, não entendem nada de transporte aéreo."

Foi essa a avaliação que o professor Respício do Espírito Santo Jr. fez da Agência Nacional da Aviação Civil (ANAC) na palestra que proferiu durante o almoço-executivo do SKÅL Internacional do Rio de Janeiro, de abril, quando falou sobre o "Transporte Aéreo no Brasil: Desafios e Oportunidades no Presente e no Futuro", e que não deixa prever para o setor um vôo em céu de brigadeiro.

Respício, um estudioso com dedicação integral a questões relativas ao transporte aéreo, professor da UFRJ, presidente do Instituto Brasileiro de Estudos Estratégicos e de Políticas Públicas em Transporte Aéreo (Instituto CEPTA), e membro de importantes entidades profissionais nacionais e estrangeiras do setor, deixou claro que a ANAC não vem cumprindo seu papel de órgão de Estado, cuja finalidade é defender os interesses da sociedade: "O que vemos é a agência se comportando como um órgão de governo".

No tradicional encontro mensal do SKÅL Rio, dirigido pelo presidente Nylvando de Oliveira Jr., que reuniu 40 skalegas e convidados, no Clube Americano, Respício, ao fazer um balanço da situação do transporte aéreo na América Latina - que representa cerca de 8% da população mundial, 7% do PIB do globo e ainda apenas 5% dos passageiros transportados via aérea, apontou.

- O Brasil representa 40% desse mercado latino-americano de transporte aéreo. Se considerarmos toda a América Latina, a região registra, em média, 0,15 a 0,2 viagens por habitante por ano, o que é muito pouco. Com esses números, ficamos apenas atrás da África, continente que tem problemas seríssimos de infra-estrutura aeronáutica, ressaltou.

Uma pesquisa divulgada neste mês de abril, segundo Respício, revelou que apenas 4,3% dos brasileiros viajam de avião, o que indica um espaço muito amplo de crescimento do setor. “Esse percentual contrasta muito com a realidade dos EUA onde, em 1999, uma pesquisa feita pela FAA, mostra que 81% dos americanos acima de 12 anos de idade já havia viajado de avião pelo menos uma vez, no ano anterior", citou o palestrante.

O grande potencial brasileiro no campo aeronáutico, de acordo com Respício, é ainda demonstrado pela existência, no País, da Embraer, a terceira maior fabricante de aviões do mundo - a canadense Bombardier só ocupa esse lugar se forem computadas todas as atividades da holding e não apenas a produção de aeronaves. Isso significa que há campo para o Brasil crescer muito também nessa área, previu.

Ambiente regulatório
Para Respício é preciso que se tomem medidas imediatas e eficazes na área de controle de tráfego aéreo, setor em que o Brasil deixou de investir, ao contrário do que acontece nos EUA e na Europa.

Ele explicou que o transporte aéreo sustenta-se no tripé: mercado - sociedade, empresas aéreas e canais de distribuição; infra-estrutura aeronáutica - aeroportos, controle de tráfego aéreo, comunicações aeronáuticas; e ambiente regulatório - a cargo do governo e do Estado, onde entra a ANAC, cuja função é reguladora dos interesses da sociedade e não das empresas.

- A ANAC é um órgão de Estado e não de governo, mas vem fazendo o papel do segundo e isso é um problema muito sério, enfatizou.

Respício comentou ainda que "assistimos a um desvio de valores – foram investidos milhões em aeroportos de regiões sem um expressivo movimento, ao passo que outros aeroportos que realmente necessitariam de vultosos investimentos receberam apenas uma “maquiagem”.

Nesse tópico, o palestrante exemplificou: "se fizermos as contas do capital investido por passageiro movimentado em cada um dos aeroportos das capitais, verificaremos que houve um desequilíbrio no volume de recursos destinado a diversos destes terminais, uma vez que, proporcionalmente, deveria ter sido aplicado muito mais nos aeroportos da região Sudeste, que registram um movimento muito superior e vêm operando muito próximos ou além das suas capacidades, o que não aconteceu".

O professor advertiu que o Brasil precisa tomar decisões sérias voltadas para o longo prazo no âmbito do ambiente regulatório, investindo maciçamente numa efetiva modernização de conceitos e práticas quanto à regulação do setor, ao advertir que o País vem respondendo apenas a estímulos causados pelos acidentes aéreos e que ainda não há sinais de uma regulação pró-ativa, mas sim reativa.

- As ações nesse campo são meramente reativas e tomadas diante dos acidentes que têm ocorrido e não pró-ativas, como deveriam ser prevenindo a ocorrência desses e outros graves problemas. A base de regulamentação tem de ser bem planejada e bem executada. Precisamos de um marco regulatório, de uma Lei Geral da Aviação Civil que seja moderna e voltada para o futuro. Do contrário, tudo o que se investe nessas ações é perdido, na medida em que se trata de meras iniciativas paliativas, avisou.

Respício afirmou ainda que, em breve, a tecnologia relativa ao controle de tráfego aéreo sofrerá uma grande mudança e isso implicará no surgimento de novos conceitos nesta área. No Brasil, acrescentou, em especial a ANAC e o Decea, devem propiciar um ambiente regulatório de concepção moderna que sirva de base e meio para a aplicação e o melhor uso dessas novas tecnologias e desses novos conceitos.

Citou o caso dos EUA e da União Européia que têm investido verbas vultosas no setor e que, nos últimos anos, em virtude do contínuo contingenciamento de recursos em outros setores, por conta da política econômica, o Brasil praticamente parou nessa área tão importante da aviação: "Devemos copiar o que deu certo nesses países" disse, ressaltando que as companhias aéreas basileiras nada devem quanto à eficiência, segurança e profissionalismo em relação às congêneres em países do primeiro mundo.

Céus abertos
O professor Respício do Espírito Santo não acredita ainda na abertura do céu brasileiro às companhias aéreas estrangeiras, apesar da destruição da Varig que deixou o setor seriamente comprometido, da Gol passar por um momento de certa forma delicado e do desaparecimento de diversas empresas regionais: "Pelos dados divulgados recentemente, ao que parece, apenas a TAM registra hoje uma estrutura sólida no ponto de vista econômico-financeiro", afirmou.

Para o palestrante, o Brasil só tem uma solução: estruturar o transporte aéreo e investir em uma verdadeira modernização do setor para que este atenta aos anseios e necessidades da sociedade e da economia basileiras e esse é um trabalho da ANAC.

Respício salientou, ainda, a necessidade de as autoridades brasileiras estudarem mais de perto os rumos do transporte aéreo internacional ao advertir que, num período entre 10 e 20 anos, caso não haja uma grande ruptura nas relações entre os povos, tal como ocorreu em decorrência do 11 de setembro, há uma significativa ameaça da concretização do modelo europeu de "céus abertos".

Esse modelo, explicou, prevê que qualquer companhia pode voar para onde quiser, quantas vezes quiser, aplicando os preços que quiser, inclusive operando vôos domésticos em outros países - as chamadas "cabotagens". “Este conceito, se implementado, tenderia a acabar com as empresas de bandeira, haveria a perda da identificação nacional das companhias aéreas e seria instaurado o regime total de "cabotagem", livremente, em escala mundial” concluiu.

 

Presidente do SKAL Rio, Nylvando de Oliveira,
no primeiro almoço de sua gestão.

  A saudação SKAL no almoço de abril, no Clube Americano
     
 
Mário Cosentino. Rafael Baring, Watson
Garro e Lêda Salengue.


  Esq., Cleber Brisis, Fernando Genschow, Bernardo Lima, Alda Raziz, José Carlos Fontoura e Percy Rodrigues, aniversariantes de abril com Nylvando.
     
 
Esq.,Vítor Lamas e sua mulher Erica Galenske, Ana Lúcia Lima e Luciana Bistene Magalhães.


  Esq., José Carlos Fontoura, Abraham Konskier, Arnaldo Moreira, Alda Raziz e Vicente March no almoço de abril.

Cresce o número de sócios do SKAL Rio.

 
Coube a George Irmes colocar o pin do SKAL
ao novo associado Carlos Davies.
  Fábio da Luz colocou o pin do SKAL no novo associado Gilberto Almeida.
 
Fábio da Luz colocou o pin do SKAL no novo associado Vítor Lamas.   Fábio da Luz colocou o pin o SKAL no novo associado Ricardo Cavalcanti.
 
George Irmes coloca o pin do SKAL no novo associado Alexandre Lima.   George Irmes coloca o pin do SKAL no novo associado Bernardo Lima.
 
George Irmes, coloca o pin do SKAL no novo associado José Maria Fantucci.   Bayard Boiteaux colocou o pin do SKAL no novo associado Maurício Werner.
     

Durante o almoço oito novos associados receberam o pin do SKÅL: Alexandre e Bernardo Gurgel Lima, diretores da New It Club; Carlos Davies, professor de turismo nas Faculdades Hélio Alonso e Veiga de Almeida; José Maria de Santucci, da Sudamerica Turismo; Maurício Werner, diretor do curso de Turismo do UniverCidade, Ricardo Cavalcanti, da Monteiro Advogados; Víctor Lamas, coordenador do cursos politécnicos de Turismo e Hotelaria da Universidade Estácio de Sá; e Gilberto Almeida, da European Travel.

Como habitualmente, foram homenageados os aniversariantes do mês: Sílvia Calil, dia 3, Alda Cabral Razis (7), Cléber Brisis de Oliveira (9), Fernando Genschow (14), José Maria Alberich Dalmau (20), José Carlos Fontoura (21), Appolônio Lopes Pinto (25) e Percy Rodrigues (27). Eles receberam de presente o dicionário “O essencial em 21 idiomas”, de autoria do skalega Fernando Genschow.

O próximo almoço será realizado no dia 24 de maio, quando serão homenageados os aniversariantes: Marta Faria Krautz e Samuele Schinazi , dia 1º, Franklin Campos (8), Luiz Carlos Munhoz da Rocha (9), Marlene Flores Cinelli (25) e Luiz Avelino de Araújo (26). A diretoria do SKAL Rio gostaria de contar com a presença destes skalegas e skaladies para poder presenteá-los.

Viagem a Tiradentes
O presidente Nylvando anunciou a primeira viagem do ano, programada para as cidades históricas de Tiradentes e São João Del Rey-MG, terra de nosso skalega, Sávio Neves, no período de 16 a 18 de maio, cuja programação é a seguinte:

16/05 - SEXTA-FEIRA
08,30 h - Saída do Rio de ônibus com destino à SÃO JOÃO DEL REY
13,30 h - Chegada à Pousada Villa Buonobitacolo (www.buona.com.br)

17/05 - SÁBADO
Dia livre para passeio a Tiradentes. Sugerimos a viagem no trem Maria Fumaça (opcional).

18/05 - DOMINGO
13 h - Saída do hotel com destino ao Rio de Janeiro
18 h - Chegada
Programa com paradas para almoços – livres - na ida e na volta

Como sempre, estamos certos de que teremos um final de semana
muito agradável.

Skal Rio faz almoço de abril com palestra sobre aviação. confira!!!

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